O título certamente causa, no mínimo, alguma curiosidade.
O intuito é realmente desafiar o profissional a raciocinar “fora da caixinha”, o que tento passar também nos cursos que ministro.
Há uma série de situações que se arrastam há décadas, e que parecem encontrar indícios de novos ares. A “caixinha” ainda guarda conclusões periciais obsoletas, como exemplo, as “tendinites” perenes, entendidas como refratárias a tratamentos diversos, mesmo quando notoriamente adequados e tecnicamente bem conduzidos.
A “caixinha” também guarda aceitação pura e simples de recomendações insólitas partidas de médicos assistentes que, muitas vezes, excedem sua competência ao corroborar com anseios dos pacientes, sacramentando invalidezes precocemente, ou impondo restrições infundadas, na contramão de novos conceitos, isso a título de beneficiá-los, mas, sobretudo, não cotrariá-los.
Ao dizer “confrontar”, valho-me do significado mais amplo, aquele que infere contraposição a algo. Fato é que só o conhecimento possibilitará ao médico que lida com questões ocupacionais e periciais questionar e concluir melhor, mais propriamente evoluir, uma prática que requer tempo, cautela e serenidade.
“ORTOPEDIA PARA PERITOS E MÉDICOS DO TRABALHO”
(curso de aprimoramento destinado a médicos)
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